Cocô de bebê: entenda alterações em cor

Se você, papai ou mamãe, tem um recém-nascido em seus braços, saiba que observar possíveis alterações nas suas fezes é fundamental para entender sobre a saúde dele. Essas características são muito valiosas e geralmente, requeridas pelos pediatras durante a avaliação dos exames.

Os principais aspectos a serem observados, principalmente até por volta dos seis meses de vida da criança, estão relacionados à textura, coloração, odor e frequência com que evacua. Todos estes pontos costumam influenciar também em sintomas como febre, cólicas, vômitos e até mesmo aquela irritabilidade que muitos pais acabam negligenciando por não entenderem ao certo o que está acontecendo.

Por isso, hoje queremos esclarecer sobre o porquê da importância desta observação e o que essas alterações podem significar. Acompanhe conosco!

Por que observar as fezes do bebê?

Por mais comum que seja, o cocô do bebê diz muito sobre como anda a sua saúde, e isso é uma informação super preciosa para os pais. De acordo com a Organização Mundial de saúde (OMS), estar saudável significa estar completo em aspectos mentais, físicos e sociais. Mas no caso de um bebê, que ainda não pode falar, como é possível saber se ele está bem?

A resposta está exatamente nessa observação que a gente citou das fezes da criança. Os médicos pediatras membros da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) ressaltam que fezes esverdeadas, com textura grudenta, difíceis de serem limpas, amareladas ou líquidas são aquele sinalzinho de alerta que os pais precisam para iniciarem uma investigação médica.

Por isso é tão importante olhar as eliminações do seu bebê. Alguns pais que usam fraldas descartáveis, mal interagem com o cocô, rapidamente embrulhando-o na própria fralda. Já com as fraldas de pano isso é impossível, porque necessitam ser manipuladas. Aqui destacamos a importância de tecidos claros, para que qualquer alteração, tanto do xixi como do cocô, não passe desapercebida.

Quais os problemas mais comuns?

Um dos problemas mais comuns relacionados às alterações nas fezes da criança é a presença de sangue, que pode estar relacionada a uma alergia à proteína do leite. Normalmente, ocorre quando a mãe que amamenta consome derivados ou o próprio leite de vaca, ou quando o bebê mesmo já consome leite de vaca ou derivados.

Vacinas também podem ocasionar este sintoma, além de fissuras no ânus, presença de vermes, hemorroidas, infecções no intestino, entre outros pontos importantes de serem investigados.

Além do sangue, as fezes também podem apresentar muco ou catarro, indicando uma possível inflamação intestinal. Enfim, quando o intestino está doente, a dica é observar os sinais indicativos nas fezes, principalmente relacionados à sua cor, tudo bem?

Coloração das fezes: amarelo

A cor das fezes, definitivamente, fala! Como todos nós sabemos os alimentos seguem um trâmite até chegarem no intestino, e nos bebês alimentados através da livre demanda, é normal que haja coloração mais puxada para o amarelo.

Com o passar do tempo, o consumo do leite da vaca acaba alterando a cor das fezes, fazendo com que elas fiquem um pouquinho mais escuras, quase chegando no marrom. Mas, atenção: o leite de vaca não deve ser consumido por bebês menores de 1 ano de idade. Também não devem ser oferecidos os seus derivados, como queijos e iogurtes.

Bebês que consomem fórmula

As papinhas e as fórmulas podem deixar o cocô diferente, mais pastosos ou consistentes, além de alterarem também o cheiro, que pode ficar mais intenso como as fezes de um adulto mesmo.

É normal também que diminua a frequência de cocôs. Não há porque se preocupar!

Cocô esbranquiçado ou vermelho

Aqui começa o nosso sinalzinho de alerta! Cocô com cor branca ou vermelha indicam, geralmente, algum problema no fígado e que está influenciando o processo digestivo que pode ser a falta da bile, que é responsável por ajudar na digestão de gorduras.

No caso do vermelho, podemos pensar em sangramentos nos locais por onde as fezes estão passando e é essencial relatar essa mudança de cor ao pediatra. Essa cor também pode pode significar uma alta ingestão de beterraba, amora ou feijão.

Fezes verdes

A cor esverdeada no cocô é muito comum ao longo da primeira semana de vida do pequeno, principalmente se ele está sendo nutrido exclusivamente pelo leite do peito. No entanto, continue observando porque ele pode indicar a presença de alguma infecção, intolerância e até uso de remédios por parte da mamãe.

E aqui vai um alerta importante: se você notar que existe um aspecto de espuma nas fezes, pode ser um sinal de que o seu filho esteja consumindo apenas o início da mamada, que contém basicamente água. Nesse caso, evite trocar a mama para que ele possa consumir também a gordura e as calorias do leite.

Marrom escuro

Quando o cocô sai nessa cor marrom escura, o ideal é verificar se há feridas no peito da mãe que podem estar fazendo com que o bebê consuma sangue junto com o leite. Uma outra causa que pode levar a essa coloração é a suplementação com ferro, que também escurece o cocô.

Se for o caso de consumo de suplementos, tudo certo. Não é preciso se preocupar. Este problema deve se resolver assim que terminar o uso de medicamentos. Mas caso não houver uma causa em específico, recomendamos procurar a ajuda de um pediatra para entender o problema.

Frequência das fezes: qual o normal?

Conforme citamos anteriormente, é bem normal que os bebês façam cocô após as mamadas, principalmente se eles estiverem sendo nutridos exclusivamente pelo leite materno. Mas caso haja uma mudança repentina neste processo, fique atento!

Dia 1 e 2: mecônio bem pegajoso

Dia 3: mecônio menos pegajoso

Dia 4: amarelo escuro

Dia 5 a 7: amarelo mostarda

Em alguns casos, a criança pode apresentar prisão de ventre, que pode resultar de uma baixa tolerância ao leite, desidratação e até mesmo pelo consumo de alimentos que ainda não são próprios para ele e que acabam dificultando a sua digestão.

Ao contrário disso, também pode ocorrer a diarreia, que é o cocô em um formato mais líquido que o comum, podendo ser resultante de alergias ao leite e outros alimentos ou até infecção viral.

Então, como você pode notar, uma das melhores maneiras de entender como está a saúde do bebê é observando as características do seu cocô, que indicará colorações, texturas e frequências que são parâmetros fundamentais para o seu bem-estar.

Se você preferir, indicamos que você confira também esse post que fizemos explicando as características do cocô do bebê desde o seu nascimento. Confira!

Chegada de um bebê: 10 dicas para se preparar

Imagem de bebê deitado de bruços na cama

A gente aposta que se você está aqui é porque não vê a hora da chegada do seu bebê. Acertamos? Ah, a gente sabe como esse momento é tão especial: nós imaginamos como vai ser quando ele estiver no nosso colo, como serão os primeiros dias em casa… Logo bate aquele nervosismo e insegurança, medos, dúvidas…

É, a chegada do bebê é um marco na família e tem o poder de mudar tudo: as relações, a rotina, os papéis (quem antes era um casal, agora se tornam pais) e tudo isso envolve uma mistura de sentimentos, fazendo desse momento algo intenso, mas ao mesmo tempo delicado.

Mas fique tranquilo, nós separamos neste post algumas dicas práticas para te ajudar a passar por esse período de adaptação, diminuir os obstáculos e a ansiedade e enfrentar juntos esse desafio, com muita atenção e carinho ao bebê.

Chegada do bebê: prepare-se com essas dicas

Imagem de guarda-roupa de bebê com fraldas de pano

Pensar no enxoval, na decoração do quarto, nas roupinhas, nas fraldas, nos produtos de farmácia… Ufa! Parece que são tantos detalhes que só de pensar, causa uma ansiedade.

Uma dica bem legal é organizar uma planilha com tudo o que você e a criança precisam em cada fase. Nós fizemos um post que traz uma planilha de gastos mensais com o bebê, vale a pena conferir, é uma boa base para se preparar para a chegada do bebê. Confira abaixo mais dicas práticas. Vamos lá?

Organize a casa e a mantenha bem limpa

Imagem de um varal portátil com fraldas de pano

É importante deixar a casa organizada e deixar cada detalhe ajeitadinho para receber o seu bebê com todo cuidado do mundo. A gente sabe que amor e carinho não vão faltar por aí, mas, para deixar tudo mais lindo, alguns cuidados são importantes, principalmente nos primeiros dias.

Para preparar a chegada do bebê, mantenha a casa limpa e cuide para que os espaços onde seu bebê ficará sejam bem ventilados, principalmente em dias muito quentes. É uma boa ficar de olho também se há mofos ou umidade nesses locais , porque esse micro-organismos podem causar algum mal para a saúde respiratória da criança.

Outra dica é evitar deixar objetos que acumulam poeira no quarto. Por mais que sejam lindos, os bichinhos de pelúcia e almofadas não precisam ficar dentro do berço, tá bem? Quanto menos poeira é melhor! O mesmo vale para cortinas e aqueles protetores de berço, lembre-se de lavá-los regularmente.

Então não tem erro, é só deixar tudo bem limpinho para receber seu amor com saúde e bem-estar em todos os momentos. Isso com certeza vai te ajudar a segurar um pouco mais a ansiedade e o medo, não é?

Considere o conforto e a praticidade

Imagem de barriga de grávida

Sabe outra coisa que vocês podem fazer para deixar tudo mais fácil para a chegada do bebê? Escolher produtos que você realmente vai precisar e usar. A gente sabe como é gostoso comprar tudo para os bebês, mas é melhor ir comprando aos poucos conforme for precisando, do que encher a casa de coisas que vocês não vão usar.

Pense na funcionalidade das coisas e em como tornar o seu dia a dia mais prático. Um berço muito alto, por exemplo, pode mais atrapalhar do que ajudar. Uma cômoda com gavetas grandes e um trocador ajuda e muito na hora de achar tudo o que você precisa quando for trocar o bebê. Use os objetos a seu favor e você vai ver como fica mais fácil!

Organize a cômoda do bebê

Uma ótima forma de passar o tempo e já ir imaginando como vai ser quando o seu bebê chegar é organizando as roupinhas e acessórios na cômoda. É um passa tempo e tanto!

Essa tarefa é importante porque vai te ajudar a encontrar tudo muito mais fácil quando seu bebê chegar, afinal você já vai saber onde está cada coisa e vai perder tempo apenas com o que importa: dando muito amor ao seu filho.

Uma dica legal é deixar as primeiras gavetas com o que você usa no dia a dia, como fraldas, por exemplo, para ficarem sempre fáceis de acessar e não ter que ficar abaixando lá na última gaveta toda vez. Deixe as fraldas já montadas, ajustando no tamanho P e com um absorvente apenas, dentro do bolso da capa. Lembra da nossa dica sobre praticidade e conforto? vale muito aqui.

Bom… nós já limpamos a casa, escolhemos tudo o que vai deixar nosso dia a dia mais prático e organizamos todas as roupinhas e pertences do bebê. Vamos à próxima dica para se preparar para a chegada do bebê.

Tire suas dúvidas ao máximo

Quanto mais próxima a chegada do bebê, mais dúvidas vão batendo, afinal, é uma mistura de sentimentos que vai tomando conta da gente, não é?

Por isso é muito importante não ficar com nenhuma dúvida, assim você se prepara melhor e tira um pouco a ansiedade e o medo do peito. Converse bastante com seu médico de confiança, com o pediatra, psicóloga… é muito bom desabafar nossos medos com pessoas experientes e que, com certeza, conhecem o assunto como ninguém.

Reserve um espaço na cozinha para o bebê

Essa dica parece boba, mas ajuda muito a encontrar os utensílios do bebê quando sabemos que existe um lugar separadinho para eles. Vale a pena deixar uma parte do armário só para as coisinhas do bebê, tenha certeza que vai te ajudar muito a se localizar e até para pedir ajuda quando precisar.

Até os 6 meses seu bebê vai se alimentar apenas do leite materno, é o que recomenda a OMS. Após esse período você já pode começar a introdução alimentar, uma nova fase de aprendizado e de relação afetiva com seu bebê. Nós preparamos um post com um Guia Completo da Introdução Alimentar, você pode acessar para aprender um pouquinho mais sobre o assunto. Mas calma, pense uma coisa de cada vez, ein!

Adapte os ambientes

Como é gostoso pensar nas fases que vamos viver com nossos filhos, não é? A primeira palavra, o primeiro engatinhar, o primeiro passo… E para cada uma delas teremos nossas alegrias e preocupações.

Sabe o que vai te ajudar a se tranquilizar e preparar a casa? Vá com calma e, com o passar do tempo, você pode ir adaptando seu espaço conforme as necessidades forem surgindo. Quando seu bebê começar engatinhar, por exemplo, coloque protetor de tomadas para evitar acidentes, afinal, seu bebê estará com sede de conhecer novas texturas e vai querer explorar cada pedacinho da casa.

O mesmo vale para os móveis. Se os móveis não têm quina arredondada é só colocar alguma proteção nas quinas, para evitar que a criança bata a testinha. São pequenas mudanças que fazem a diferença e deixam sua casa mais preparada para a chegada do bebê.

Converse sempre, sobre tudo

Como falamos no início do post a chegada do bebê é um ponto de mudança na vida do casal, onde a rotina e o dia a dia passam a ser totalmente focados na criança. Nós sabemos que é uma fase de total adaptação para as mamães e papais.

Então nunca esqueça a importância do diálogo! Dividam não só as tarefas, mas as inseguranças, os medos, expectativas e sejam apoio um para o outro. Você vai ver que tudo fica mais leve e mais doce quando temos um espaço sadio para conversar.

Conte com alguém para te ajudar

Principalmente nos primeiros meses a mãe vai ficar praticamente em função do bebê, então uma ajuda sempre será bem-vinda, não é mesmo? Você pode dividir tarefas entre o casal, mas é uma ótima chance para chamar outras pessoas próximas e que você confia para dar aquela força para vocês descansarem também. Você vai agradecer muito a essa pessoa depois!

Não se compare e nem se cobre

É muito comum com a chegada do bebê a gente ficar com os sentimentos a flor da pele e, muitas vezes, se entristecer quando algo não sai como planejado. Ou às vezes bate aquela sensação de que “nossa, aquela pessoa é melhor mãe ou pai do que eu, não sei fazer nada”.

Calma! Cada vivência de mamães e papais é única, então não é justo com você e com a sua história que você se sinta inferior a alguém. Não tenha medo de errar, afinal é algo novo na vida de vocês, mas também não tenha medo de pedir ajuda. Tá tudo bem não ser super heroínas e nem super heróis o tempo inteiro.

Evite idealizar pensamentos e viva um dia após o outro, porque às vezes a expectativa não se torna realidade, planos e realidade nem sempre combinam. Só vocês saberão o que é melhor para vocês e para a criança. Filtre bem os conselhos dos “amigos”.

Ame sem limites

Por fim, nossa última dica para se preparar para a chegada do bebê é amar sem limites! Receber uma criança em casa é um dos momentos mais prazerosos que teremos a oportunidade de viver na vida. Então demonstre amor, paciência e tolerância em cada ato. Aproveite essa oportunidade e seja muito feliz!

Esperamos que nossas dicas tenham te ajudado a se organizar e se preparar bem para a chegada do seu bebê. Nós ficamos aqui na torcida para que corra tudo bem e que vocês se sintam realizados em cada etapa desse momento tão especial.

Continue acompanhando nosso blog para ver essas e outras dicas sobre maternidade. Compartilhe com quem você acha que precisa ler também. Até o próximo post!

Guia da introdução alimentar: saiba como e quando fazer

Imagem de um bebê se alimentando ao ar livre

A introdução alimentar é uma das fases mais gostosas da vida do bebê! É quando o vemos experimentando alimentos novos, desenvolvendo o paladar, e tudo isso rodeado de gargalhadas e expressões faciais. Mas, ainda assim, nesse período é muito importante que a mamãe e o papai estimulem hábitos alimentares saudáveis.

Sabendo disso, introduzir alimentos novos ao bebê é uma responsabilidade grande para a família e, por isso, é natural que várias dúvidas surjam, afinal nós queremos fazer tudo direitinho e não queremos deixar faltar nada, não é?

Imagem de uma papinha de bebê com arroz, feijão, ovo, brócoli e cenoura

Mas não se preocupe, nós da Dipano criamos um guia completo que tira as dúvidas comuns sobre a introdução alimentar, assim, te auxiliar a conseguir fazer tudo de um jeito leve e tranquilo, tanto para você e para o bebê. Vamos navegar juntos nesse universo de descobertas? Continue a leitura.

Imagem de um bebê se alimentando com abacate

Introdução alimentar: quando começar?

A introdução alimentar deve começar a partir do sexto mês de vida do bebê, é o que a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o Ministério da Saúde recomendam como adequado. Até esse tempo se completar, os pequenos precisam se alimentar exclusivamente de leite materno, que oferece todos os nutrientes que eles precisam. Então nada de líquidos (água, chás ou sucos) e alimentos sólidos para o bebê até os 5 meses, tá bem?

Inclusive, você sabia que pode continuar amamentando mesmo após começar a introdução alimentar? Sim! O principal órgão de saúde do mundo prescreve que o aleitamento materno pode ser continuado até os dois anos de idade, claro, se for possível e saudável para a mamãe também. É uma chance de aumentar cada vez mais o vínculo afetivo com o seu amor.

Existe um jeito certo de começar?

Como o bebê vai experimentar novos sabores e consistências de alimentos, você precisa fazer uma transição lenta e gradual. Comece pelas papinhas amassadas e, com o passar do tempo, vá acrescentando outras consistências como pedaços de frutas, por exemplo.

Nesse momento, é muito importante que os papais e mamães tenham em mente que é a primeira vez que o bebê experimenta sabores tão diferentes e, ainda, pode ser que nas primeiras tentativas seja um pouco desconfortável. Mas, tenha paciência e muito amor para acompanhá-lo a cada dia na descoberta desse universo novo.

Se o pequeno se recusar a comer um alimento, não force, tá? Nem se desespere. Espere um tempo e tentar novamente em outra chance. Nós sabemos que você consegue e será bom para evitar traumas ao bebê. Bom, agora que já entendemos a importância dessa fase ao bebê e à família, vamos ao passo a passo para começar a introdução alimentar.

Veja também: SOS Cólica do bebê: como aliviar e quais são as causas?

O que dar primeiro na introdução alimentar?

Bom, vamos falar agora sobre os alimentos permitidos na introdução alimentar e as melhores formas de oferecer ao seu bebê. Como ele passará a conhecer outras texturas além do líquido do leite, é importante dar alimentos amassados manualmente, para que ele faça a transição do líquido para o sólido bem gradualmente, sem estranhar tanto. Para isso, é claro que não poderíamos deixar de falar das famosas papinhas:

Papinha salgada

Escolha vegetais como abóbora, cenoura, batata, brócolis, chuchu e abobrinha, por exemplo, para compor o cardápio. Cozinhe e amasse bem, variando a textura de acordo com cada fase. Ah, não se esqueça: nada de temperos ou sal!

Veja outros alimentos indicados para fazer a papinha salgada:

  • Cenoura
  • Couve-flor
  • Lentinha
  • Batata-doce
  • Aveia
  • Mandioca
  • Milho
  • Ovo
  • Carne vermelha
  • Frango

Papinha de fruta

Nessa fase é importantíssimo introduzir frutas na alimentação do bebê. Para fazer a papinha é bem fácil: escolha as frutas e amasse. Lembre de variar as texturas, para seu pequeno experimentar de tudo. Ah, não é indicado adicionar açúcar, tá? Mas então, quais frutas dar na introdução alimentar? Confira a lista:

  • Maçã
  • Manga
  • Pêra
  • Banana
  • Melão
  • Mamão
  • Açaí
  • Tâmaras
  • Laranja
  • Melancia
  • Entre outras

Quando inserir líquidos?

Junto com a introdução de alimentos, a partir dos 6 meses de idade você pode começar a oferecer um pouco d’água ao seu bebê, no intervalo entre as refeições. Em localidades mais quentes, a quantidade pode ser maior.

Imagem de um bebê tomando água

É muito importante lembrar: use água para matar a sede do bebê e evite ao máximo usar sucos, refrigerantes ou outras bebidas que contenham açúcar. A partir dos 12 meses você já pode começar a dar sucos naturais a ele, mas precisa ser feito da própria fruta e com 0 adição de açúcar ou adoçantes.

Leia: como tratar e prevenir assaduras de bebê

Dicas para iniciar a introdução alimentar

Até aqui você já aprendeu quais os alimentos e formas adequadas de oferecê-los aos bebês, certo? Mas nós temos mais algumas dicas que farão toda a diferença para tornar essa experiência mais segura e tranquila para o bebê e que deixarão os pais orgulhosos em viver mais essa etapa junto aos pequenos. Anote para colocar em prática!

Preste atenção na temperatura

Não esqueça de verificar se a comida está muito quente antes de oferecer ao bebê. Experimente antes com uma colher diferente da que será usada pela criança. Ah e evite soprar para esfriar, porque qualquer micro-organismo da sua boca pode passar para o alimento.

Imagem de comida de bebe no prato

Mantenha as mãos limpas na hora da refeição

Parece básico. mas tem muita gente que se esquece e a higiene das mãos passa batido. Lave bem as mãos e os alimentos enquanto prepara a refeição do bebê. Ah e não se esqueça de limpar bem a mãozinha da criança antes de dar o papá. Nessas horas, qualquer micro-organismo indesejado pode causar uma alergia no bebê, então todo cuidado é pouco.

Ajuste a posição da criança

Imagine colocar o bebê na cadeirinha e ele ficar todo torto? Quando ele é muito pequeno, sua formação muscular ainda está se desenvolvendo e provavelmente ele vai gastar energia se equilibrando, pode ficar com o pescoço torto e coluna encurvada… Isso, além de fazer mal, não ajuda em nada na aceitação do alimento. Não queremos isso, não é?

Enquanto o bebê não consegue chegar à postura sentado, você pode dar os primeiros alimentos com ele seguro e confortável no colo mesmo. Conforme a criança for crescendo e já conseguir se equilibrar vá experimentando usar a cadeirinha, até ele conseguir ficar em uma postura correta para alinhar a coluna e organizar os órgãos, tudo isso para tornar digestão mais fácil.

Aproveite o momento e estimule sentidos

A introdução alimentar é um momento mágico, uma fase gostosa para os pais e filhos descobrirem coisas novas juntos e criarem mais laços afetivos. E também é a ocasião ideal – e necessária – para começar a desenvolver melhor os sentidos do bebê.

Imagem de frutas em um pratinho de bebê

Você pode ajudar seu pequeno a conhecer novos sentidos como tato e olfato, use a refeição para estimular as habilidades dele. Aos poucos dê a colherzinha para ele tentar comer sozinho, por exemplo. Pode fazer muita sujeira no começo? Sim! Mas calma, porque isso faz parte e com o passar do tempo fica mais fácil.

Deixe a criança livre para tocar os alimentos e sentir a textura, ensine como cheirar antes de colocar na boca, é o seu momento para estimular novos momentos na vida do bebê. Crie um clima agradável e divertido para a criança. Brinque e comemore junto a cada colherada que o bebê papar tudo!

É uma ótima oportunidade de testar o método BLW (baby-led weaning), em uma tradução livre significa “desmame guiado pelo bebê”, metodologia desenvolvida pela britânica Gil Rapley que funciona assim: ofereça alimentos em pedaços para o bebê e deixe que ele mesmo se alimente com as mãos. Ele vai escolher o que lhe causa mais curiosidade e, claro, apetite.

Varie a alimentação conforme a fase do bebê

A Cartilha de Introdução alimentar criada pelo Ministério da Saúde traz recomendações importantes para crianças que mamam leite materno e fórmula láctea. Conforme as orientações, você pode oferecer:

  • 6 meses: leite materno livre, papinha de fruta e papinha salgada.
  • 7 meses: leite materno livre, papinha de fruta, papinha salgada, frutas in natura e vegetais cozidos.
  • 12 meses: leite materno livre, frutas in natura, pães, vegetais cozidos, comidinhas em pedaços pequenos.

O que não fazer na introdução alimentar?

Existem alguns erros bastante comuns que papais e mamães podem cometer, mesmo tentando acertar ao máximo na hora de começar a introdução alimentar com os pequenos. Mas calma, por mais que sejam comuns, você pode evitar! Veja o que não e bom fazer:

  • Exagerar no começo: o bebê é pequeno então não se assuste se ele não comer a quantidade que você escolher. Vá aos poucos.
  • Forçar a criança: se ela não gostou daquela fruta espere outra oportunidade. Forçar pode criar traumas alimentares.
  • Dar alimentos processados: dê preferência aos alimentos in natura, são saudáveis e tem tudo o que o bebê precisa.
  • Misturar sabores: não misture doce com salgado, separe as refeições e deixe seu bebê descobrir os sabores separadamente.
  • Se desesperar: crie um clima agradável para a criança a cada refeição. É um momento de descoberta dela e de alegria para vocês, aproveitem!
  • Não amamentar: a OMS e o Ministério da Saúde recomendam continuar a amamentar. Mais e mais nutrientes para o bebê!
  • Escolher a cadeirinha errada: opte sempre por fazer as refeições na cadeirinha que deixe o bebê com uma boa postura (e isso já o ajuda a acostumar a comer na mesa).
  • Distrações como brinquedos ou tablets: a atenção da criança deve estar voltada 100% ao alimento para não comer em excesso.

Bom, com essas dicas nós temos certeza que você se sentirá mais confiante para começar a introdução alimentar do seu bebê e que vão viver ótimos momentos juntos. Nós estamos ansiosos e ficaremos felizes em ter te ajudado a se preparar para essa fase que é tão especial.

Sabe um outro assunto que gera bastante dúvidas? O desfralde do bebê! Se você já está pensando nisso, nós fizemos um guia com tudo o que você precisa saber. Está aqui no blog, não deixe de ver. Continue acompanhando a gente e até o próximo post!

Com quantos meses o bebê senta sem apoios? Confira!

Imagem em destaque de um bebê

Guia da maternidade: com quantos meses o bebê senta?

Ser mamãe e papai é uma delícia! Afinal, em cada fase do desenvolvimento do bebê, há uma infinidade de descobertas, tanto para os pais quanto para os pequenos. Hoje, este post é para você que está lidando com um dos momentos mais fofos do pequeno: o momento que ele já senta sozinho. Confira!

Estimulando o bebê: pode deixar ele sentado aos 4 meses?

Antes de qualquer coisa, os pais sempre precisam estar acompanhando o desenvolvimento do bebê, pois mesmo tendo alguns parâmetros dos meses mais comuns, nem sempre o nosso filho vai estar dentro deles. Às vezes, demoram mais ou até adiantam alguns passos. Então, para saber se já pode colocar o bebê sentado com apoio, isso aos 4 meses, primeiro perceba se ele já tem força e estabilidade no pescoço.

Vamos explicar! De forma geral, a medula óssea é importantíssima para mandar os impulsos nervosos pelo corpo, que é basicamente o que faz nosso cérebro mandar na gente, e isso nos permite levantar a cabeça, ficar em pé e por aí vai.

Então, quando o bebê estiver mais desenvolvido, ele vai começar a levantar a cabeça, olhar para os lados e, com o tempo, vai ter força para rolar e sustentar o seu tronco um pouquinho. É nesse segundo momento que você já pode começar a deixar ele um pouco sentado com um apoio confortável.

Mas, se a gente for levar as regrinhas à risca sobre: com quantos meses o bebê senta com o apoio? A resposta é: com quatro meses. A ordem seria: aos 3 meses ele começa a mexer a cabeça, aos 4 ele começa a ter força no tronco, aos 7 ele fica sentado sozinho, aos 9 meses ele engatinha. Por fim, com 1 ano ou mais ele começa a andar.

Algumas crianças até mesmo pulam a etapa de engatinhar. E tem como estimular o nosso pequeno, para ajudar ele a desenvolver a coluna? Claro! Continua lendo abaixo:

Confira também: como tratar e prevenir as assaduras do bebê!

Quando começar a estimular o bebê a sentar?

Existem diversas formas e momentos para que você ajude a estimular o seu filho. Por volta dos 3 meses, quando ele estiver levantando a cabeça, deite-o de barriga para baixo um pouco, para que ele brinque de avião. Essa postura de cabeça levantada vai ajudar o pequenino a desenvolver força no pescoço! Mas cuidado para não deixar muito tempo nessa posição.

Quando ele tiver uns 4 meses e você achar que ele ainda precisa de uma forcinha para se sentar, você pode ajudar com um exercício abdominal. Deite-o de barriga para cima e segure em suas axilas, o ajudando a levantar um pouco e o deixar sentadinho por uns dois segundos. Depois deite-o de novo e repita esse exercício algumas vezes, assim o seu filho vai desenvolver melhor o abdômen e a força.

Faz mal sentar o bebê de 3 meses?

Sabendo que alguns pequenos são mais adiantados e, que tem como ajudar o bebê a se exercitar, será que tem problema deixar o seu filho sentadinho com três meses? Na verdade, sim. Isso porque, mesmo que ele já esteja mais desenvolvido, você corre o risco de colocar muita pressão na coluna do pequeno enquanto o deixa sentado, e isso poderia lhe dar problemas de coluna. Então, para não correr esse risco, é melhor esperar completar quatro meses.

Confira também: tudo que precisa saber sobre Fraldas Dipano e cocô do bebê

Cuidados extras com bebês de até 3 meses:

Para que o seu filho cresça bem e saudável, existem algumas recomendações. Algumas atitudes, às vezes frequentes, podem acabar dando sérios problemas para o bebê. Por exemplo, não o deixe dormindo sozinho, sempre fique por perto, você no quarto dele ou ele no seu – na verdade, seria bom fazer isso até o primeiro ano de vida –, porque nunca sabemos quando algo vai acontecer.

Além disso, os pequeninos têm o sistema imunológico em formação, então evite ir em lugares fechados e com muita gente, assim como é sempre bom evitar pessoas doentes ao redor. Sendo pai, mãe, irmão, tio, ou qualquer outra ligação, separe o bebê dos doentes. Também é importante evitar praias e piscinas!

Não ofereça água, chazinho ou remédios para o bebê, a menos que o pediatra recomende. E mais, nunca passe protetor solar ou repelente até o 6 meses, ao invés disso, coloque roupas com proteção UV e evite o sol forte ao máximo. Para finalizar – e o mais importante – nunca deixe o seu bebê chorar por um longo período de tempo. Ele precisa de você, do seu colo e do seu cuidado! Quando o bebê chora, ele precisa de algo: seja por sono, fome, frio, calor, fralda suja ou a mera necessidade de carinho.

Quanto a deixá-lo sozinho, especialmente em lugares altos, é sempre bom lembrar que os pequenos são bem imprevisíveis e podem rolar a qualquer momento, então cuidado! E para evitar que o bebe se sufoque com cobertas ou outros itens, coloque-o no berço com roupinhas que o deixem aquecido, sem cobrir com nada extra.

Então, o que achou do nosso conteúdo de com quantos meses o bebê senta e como ele se desenvolve? Esperamos que essas informações tenham esclarecido algumas das suas dúvidas. Confira nosso post sobre sangue nas fezes e o que fazer.

Desenvolvimento do Bebê: o que acontece mês a mês!

Imagem de uma mãe com seu bebê no colo

O que esperar do bebê: desenvolvimento mês a mês

Quando se é mamãe ou papai de primeira viagem, as dúvidas sobre quando cada ação vai acontecer com o seu filho são muito comuns, e não é para menos, não é mesmo? Por isso, para te ajudar a tirar todas as suas dúvidas sobre o desenvolvimento do bebê, trouxemos com muito carinho as perguntas mais frequentes entre os pais.

Vale lembrar que cada criança se desenvolve de maneira particular, por isso não leve as informações abaixo como uma regra, mas sim como base ou até mesmo uma média.

Outra coisa muito importante que você entenda é que os bebês não crescem de maneira contínua, muito pelo contrário, essas mudanças acontecem em picos. Existe uma média para quando cada um acontece e, nesse período, muitas coisas da sua rotina vão mudar por algum tempo e, depois, vão se ajeitando. Então vamos começar?

Recém-nascidos: qual a fase mais difícil do bebê?

Imagem de um bebê dormindo

Assim que o bebê nasce, ele é introduzido a um mundo completamente novo que ele não está acostumado, e por isso pode ser um grande desafio para os pais, especialmente de primeira viagem.

Como recém-nascidos, eles só enxergam aproximadamente de 20 a 30 centímetros. É nessa época que já começa as cólicas do neném, lá pelos 15 dias, porque ele engole bastante ar enquanto mama e porque o estômago dele ainda não sabe muito bem como processar o leite ainda.

Por outro lado, como o bebê já consegue distinguir sons no 5º mês da gestação, logo no primeiro mês ele já consegue perceber os estímulos sonoros. Assim como também já tenta se mover, mas são ações involuntárias. Por fim, nessa fase ele vai dormir boa parte do tempo, acordando muitas vezes só para mamar e depois voltar a dormir.

Mês 2: quando o bebê sorri pela primeira vez

Quando já completou um mês e agora está com uma visão aprimorada, o bebê começa a passar mais tempo acordado, querendo conhecer mais sobre tudo. Ele começa a ter vários movimentos involuntários, pois seu corpo está aprendendo o que consegue ou não fazer, por isso os sorrisos sociais, como são chamados, começam. Esses sorrisos não acontecem por estímulos externos, como visão e audição, mas sim apenas do seus músculos começando a acordar.

Além disso, com sua musculatura mais desenvolvida, o pequeno começa a mover mais sua cabeça e seu queixo, podendo já tentar seguir objetos e pessoas com o rosto. Assim como os movimentos involuntários mais voltados às mãos, pés e um pouco da coluna tendem a diminuir.

Mês 3: quando o bebê começa a descobrir as mãos

Quando o pequeno completar dois meses e entrar no terceiro mês, ele já começa a experimentar mais o que ele consegue fazer, movendo as mãos, tentando pegar coisas, soltando sons e por aí vai. Por isso é muito comum que ele comece a morder suas próprias mãozinhas. Além disso, seus movimentos involuntários já são bem menores e costuma ter uma coluna mais ereta e resistente.

É importante que você saiba que, como ele está começando a conhecer o mundo melhor agora, sua atividade cerebral fica mais intensa e por isso o bebê fica mais cansado, tento que dormir bastante. Aproveite também para conferir o nosso post sobre quantas fraldas um bebê usa.

Mês 4: quando o campo de visão do bebê aumenta

Por volta dos três meses o seu filho já vai começar a enxergar melhor, conseguindo ver em uma angulação de 180º, acompanhando melhor os objetos e as brincadeiras. Nessa época os pequenos já estão mais desenvolvidos, fazendo várias gracinhas e balbucios, deixando o sono mais para o período da noite e tendo mais força no tronco. Além disso, nessa idade o seu pequeno provavelmente vai começar a morder seu próprio pé.

Mês 5: o primeiro salto de desenvolvimento

Sendo bem sinceros, normalmente o primeiro salto do neném acontece quando ele tem, mais ou menos, uns 4 meses e meio, então é por volta dessa época que o seu filho vai passar por um momento mais turbulento e vai precisar mais da sua atenção, carinho e cuidado.

Além disso, nessa época os pequenos já tem mais movimentação na cintura, tendo um fortalecimento bom do corpo, podendo começar a tentar ficar sentado, por isso é muito importante o estímulo da movimentação, já que é nessa época que as conexões cerebrais começam a entender e organizar melhor a forma como atingir essas habilidades. E para que não reste nenhuma dúvida sobre os saltos, continue lendo:

Como são os saltos de desenvolvimento do bebê?

Esses saltos são momentos da fase de crescimento na qual eles começam a ter novas habilidades e movimentos que antes não conseguiam fazer. Por isso, nessa fase tudo é um pouco desafiador, já que várias coisas começam a mudar para seu pequeno e por isso, o bebê precisa muito da companhia e do cuidado da mãe.

Quanto tempo dura os saltos de desenvolvimento?

Como mencionamos anteriormente, cada criança tem seu próprio tempo de desenvolvimento, mas pelo que se pode perceber, é possível dizer que existem três padrões de duração, podendo ser de apenas 2 dias, ou então durando mais menos 7 dias e, em outros casos, levando 10 dias para passar. Aproveite também para conferir o nosso post para conhecer mais sobre as fraldas Dipano.

Mês 6: quando o bebê começa a sentir falta da mãe

Por volta dos cinco meses de vida, o seu filho já vai estar muito mais desenvolvido, com isso, já começa a entender e perceber a ausência da mãe, por isso é nessa época que o bebê começa a demandar que os pais estejam presentes por bastante tempo. Esse acontecimento é tratado como a angústia da separação.

É também nessa idade que o pequeno começa a introdução alimentar e isso é muito importante. Imagine quantos sabores, texturas, temperaturas, cores diferentes o seu bebê vai começar a experimentar! É um mundo que se abre para ele. Além disso, é por volta dessa idade que seu filho fica mais tempo sentado com o apoio de almofadas e podem surgir os primeiros dentes. Com toda essa mudança na alimentação, é comum o intestino estranhar e podem surgir as assaduras.

Meses 7 e 8: quando o bebê começa a engatinhar

Os pequenos começam a tentar andar e se locomover engatinhando por volta dos 6 meses de vida, ele já começa a ter mais coordenação motora e melhora a movimentação de braços e pernas. Assim como também já começa a balbuciar algumas palavras desconexas. Se você pensa em colocar seu filho na natação, saiba que esse é um bom momento para começar.

Além disso, ao completar sete meses, é muito comum que seu filho já consiga ficar sentado sem apoio e comece a segurar objetos melhor, tentando fazer uma estrutura de pinça com as mãos e agarrar os brinquedos. É uma ótima época para o desenvolvimento da coordenação motora.

Alguns bebês “pulam” a fase de engatinhar e vão direto para a postura ereta, de caminhada. Estimule eu bebê para engatinhar. Isto é fundamental para um bom desenvolvimento da coluna cervical, formando aquela curvatura característico que temos no pescoço.

Mês 9: quando o bebê começa a falar

Finalmente seu filho está completando oito meses de vida e é nessa época que você pode começar a se preparar para ouvir as primeiras palavras, isso porque os pequenos estão no momento de tentar chamar a atenção de seus pais, então os sons e grunhidos mais altos vão se tornar mais frequentes e vocês vão poder curtir um ótimo momento de interação com seu bebê.

Mês 10: quando começa a ficar em pé

Se você está se perguntando quando o seu filho vai começar a tentar ficar de pé, saiba que costuma ser por volta do décimo mês, quando ele começa a se desenvolver ainda mais, repetindo vários movimentos e palavras que observa e escuta de seus pais, por isso, nessa época é muito importante estimular a coordenação motora de seu pequeno e sempre tomar cuidado com palavrões e brigas próximo a ele.

Mês 11: primeiros passos

O momento perfeito para começar a ir atrás de um tapete emborrachado ou algum objeto semelhante é esse! Isso porque, por volta dessa idade, o seu pequeno já vai estar tentando dar os primeiros passos sozinhos e, por isso, também vai estar sempre chamando por seus pais, pedindo por auxílio.

Nessa fase do bebê é muito importante que você estimule bastante brincadeiras que o levem a testar locomoção e equilíbrio, para que ele possa se desenvolver bem.

Mês 12: caminhar sem apoio

É próximo de seu aniversário de um ano que o bebê vai começar a dar os primeiros passos sem apoio e, além disso, consegue ficar mais tempo sentado, deixando para deitar apenas quando for dormir mesmo. Dependendo de como foi o estímulo dele nos meses passados, tem grandes chances do seu filho conseguir dar alguns bons passos sozinho!

E então o que achou das nossas dicas? Esperamos que esse texto tenha te ajudado a entender mais sobre o desenvolvimento do bebê e seus estágios durante o primeiro ano. Aproveite também para conferir nosso site de fraldas de pano e até a próxima!

Entrevista com Marília Mesquita por Mãe Estar

Hoje no Blog vamos compartilhar este vídeo que recebemos da Aline Pedrazzi do canal Mãe Estar onde a Marilia conta tudo que você precisa saber sobre as fraldas Dipano.

São 20 minutos que valem muito a pena e tudo legendado para você não perder nada!

Quem é a Marília?

Mãe de Otto e Malu!

Ela conta a experiência que teve com os 2 filhos e ainda dá dicas de como é usar fraldas reutilizáveis no dia a dia.

A Marília foi atendida pela Cris pessoalmente anos atrás, quando ainda estávamos na Capote Valente.

Foi assim, praticamente de um em um que a Dipano começou. Numa salinha com 20 m2 onde tínhamos o nosso estoque e atendíamos pais interessados em conhecer as Dipano. Só saiam de lá quando tudo era entendido e a Marília foi uma delas. Aprendeu, exercitou e agora é PHD! Rs

Encontramos tantas pessoas maravilhosas, muita troca e muitas lembranças ficaram deste lugar. Gratidão!

Esse vídeo foi um presente pra gente! A certeza que estamos no caminho certo e que nossa tribo tem crescido todos os dias graças a Marílias, Nélias, Eloises, Thiagos e muitos outros que passaram e ainda passam por aqui!

Gratidão Marília, por “passar a palavra”

Assistam:

Palavra de mãe: timtim por timtim

Para quem ainda tem dúvidas de que usar fraldas Dipano é tudo de bom!

Por: Raíssa Queiroz

“Nas minhas andanças online durante a gravidez, entre uma aba e outra, acabei me deparando com as fraldas ecológicas ou fraldas de pano modernas. Muita gente vê minha filha vestida nelas e me pergunta a respeito. O que eu tenho a dizer é que aderir ao uso das fraldas ecológicas tem sido um dos nossos maiores acertos até agora.
Ainda grávida compramos duas diurnas. Fizemos chá de fraldas descartáveis, pelo medo de não nos adaptarmos às fraldas ecológicas. Mas, assim que acabaram as descartáveis do chá, já havia providenciado mais algumas diurnas e noturnas de pano, porque a experiência com a fralda ecológica tinha sido um sucesso!
E continua sendo!

18740214_10213582356621122_4770134931770957900_nVou dizer primeiramente o motivo óbvio: a economia! Gente, calcule 4-5 fraldas descartáveis por dia. 28-35 por semana. 120-150 fraldas por mês! Se você pegar num preço bom, R$ 1,00 a unidade, fica até R$ 150,00 por mês com algo que vai direto pro lixo…!
Por ano, esse valor pode chegar a R$ 1.800,00. Em 2 anos e meio (considerando que seu bebê desfralde até aí) dá R$ 4.500,00 em fralda descartável para UM filho. Dois filhos?
Dobra – R$ 9.000,00.

Por mais que seja um valor que você vai pagando aos poucos, não dói na sua alma saber que todo esse dinheiro foi direto pro lixo?
Um lixo que nem é reciclável, polui o meio ambiente gratuitamente! Aí já entra o segundo motivo: salvar o meio ambiente
Enfim, com R$ 1.300,00 você compra seu enxoval completo, as fraldas cabem de 3,5 kg até o desfralde ajustando pelos botões, e pode aproveitar no filho seguinte!
Acho que R$ 7.700,00 é uma diferença considerável, né não?
O terceiro motivo é porque são lindas, haha!

Como funcionam?
Bom, eu comprei de duas marcas diferentes, mas vou focar na que gostei mais, que vestiu melhor, que não vazou: A Dipano – Fraldas Ecológicas.
Ela é composta de uma capa com um bolso nas costas onde você insere os absorventes. Tudo 100% lavável e reutilizável.
Ajuste os botões da capa (ou o velcro) de acordo com o tamanho de seu bebê.
Insira os absorventes no bolso.
Seja feliz!
Elas dispensam o uso de pomada de prevenção de assaduras.
Eu também uso o Bioliner, forrinhos biodegradáveis, para facilitar a limpeza quando há cocô, e também para poder usar pomada no caso de ela estar assada devido a alguma diarreia (acontece). Só pode usar pomada se usar forrinho, porque a pomada impermeabiliza o tecido se entrar em contato com a fralda, daí o xixi não vai mais penetrar.

Após usar:
Junte até ter uma boa quantidade pra lavar na máquina. As fraldas com cocô você limpa na pia(ou tanque) antes de colocar na máquina. Tem que deixar um palmo de água acima das fraldas, não é pra entupir a máquina com fralda.
Não deixar de molho, porque o que tira o xixi é o movimento da água, não o molho.
Usar apenas uma colher de sopa de sabão, para não impermeabilizar o tecido – afinal xixi precisa continuar penetrando pelas fibras do tecido pra ser absorvido.
Manchas saem facilmente na lavagem ou no sol.
Não passar ferro.
Eventualmente você pode fazer a lavagem stripping (https://blogdipano.com.br/2016/06/05/quando-e-como-fazer-o-stripping-lavagem-profunda-das-fraldas-dipano/)

Mais sobre MINHA experiência

A gente usava os ajustes do botões de acordo com o tamanho correspondente nas descartáveis. Mas notamos que não funcionava muito bem. Na descartável a cria é G, mas na Dipano M veste melhor.

A água da região em que moramos não é límpida, tem bastante resíduo. Então as fraldas não ficam branquinhas com a lavagem regular (só na stripping), e é preciso fazer um enxágue em água quente antes de lavar com frequência (atenção, fazer só nos absorventes!).

Ainda usamos fraldas descartáveis em situações pontuais, como quando viajamos e o número de fraldas ecológicas não dá para todos os dias da viagem. Ou quando o tempo está fechado, e passo mais de dois dias para lavar – aí acaba o estoque e não deu tempo secar para repor – acabo tendo que vestir a descartável enquanto esperamos secar.

Se você não conseguiria tirar cocô de uma fralda suja em caso de diarreia, explosão, essas coisas, desconsidere.

No mais… Fica a sugestão.

Conheça as Fraldas Ecológicas Dipano

Com tantas novidades e nomes diferentes surgindo por aí, muita gente ainda se  pergunta, mas o que é uma fralda ecológica? Como funcionam? Como são usadas?!

Bem, uma fralda ecológica é uma fralda reutilizável, que pode ser lavada centenas de vezes, bem diferente das descartáveis que se usa apenas uma vez e vai para o lixo.

São chamadas também de Fraldas Modernas por serem  práticas como uma descartável, não precisarem de dobras e nem calça plástica como as fraldinhas de antigamente além de aguentarem muito xixi sem vazamentos.

As Fraldas Ecológicas da Dipano são mais fresquinhas, mais confortáveis, mais bonitas e tão eficientes quanto as descartáveis das melhores marcas.

Diferente da tradicional fralda de pano, as Dipano são confeccionadas  com tecidos funcionais que deixam a pele do bebê sequinha, absorventes  super poderosos que aguentam muito xixi, capa impermeável laminada em PUL que dá conforto e deixa a pele respirar e tecidos que facilitam a  lavagem a máquina ou a mão.use.jpg

Os absorventes de microfibra já vem do tamanho certinho. Tudo que você tem a fazer é introduzir 1 ou 2 absorventes dentro do bolso e a fralda já está pronta para ser usada.

As Fraldas Dipano tem formato anatômico e acompanham o crescimento do bebê a partir de 3,5kg até ao desfralde.

Permite poupar muito dinheiro, pois são duráveis e de tamanho único. Basta mudar a posição dos botões para transformar uma única fralda em tamanhos P, M ou G.

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Todas as Fraldas vendidas em nosso site  já vêm com tudo que você precisa:

Na versão Fralda Diurna, 1 Capa em PUL  + 2 poderosos Absorventes de Microfibra.

Na versão Fralda Noturna, 1 Capa em PUL + 1 Conjunto Noturno com 3 Absorventes que fazem toda a diferença!

O fechamento você escolhe, velcro ou botão na cintura!

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Tanto os absorventes Diurnos quanto os Noturnos são feitos de microfibra e devem ser sempre usados dentro do bolso da fralda.

Você também pode transformar as Fraldas da Dipano em Capas usando absorventes revestidos com Fleece ou com fibra natural de  Bambu em cima do bolso da Fralda.

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3Os Absorventes de Bambu, são ideais para auxiliar no desfralde, pois  o bebê percebe que está molhado.

 

 

 

2Os Absorventes de Fleece são perfeitos para mamães e papais que queiram deixar o bebê com o bumbum sequinho sem ter que trocar a Capa a cada troca.

 

 

Práticas, eficientes e estilosas. Estas são as Fraldas Dipano!

  • Mais Saudáveis
  • Mais Econômicas
  • E muito mais ecológicas!

Mais saúde para o seu bebê, menos lixo em nosso planeta, mais economia para a sua família.

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