Pode congelar papinha de bebê? Saiba com a Dipano!

Uma das maiores dúvidas dos pais é se é seguro congelar a papinha de bebê e como armazená-la corretamente sem perder nutrientes e sabor. Antes de mais nada, sim, a papinha pode ser congelada quando feita do modo correto. Se você ainda não conhece a forma certa de congelar a papinha, este guia é para você.

Fique com a Dipano e descubra quais papinhas podem ser congeladas, como congelar corretamente, quanto tempo podem ficar no freezer e muito mais!

Pode congelar papinha de bebê?

Sim! A papinha de bebê pode ser congelada, desde que respeitados alguns cuidados essenciais para preservar a textura, o sabor e os nutrientes dos alimentos. Quando feito do modo correto, o congelamento da papinha oferece diversos benefícios para a saúde do bebê e para a rotina dos pais.

Quais papinhas podem ser congeladas?

Nem todos os alimentos mantêm sua qualidade após o congelamento. Algumas papinhas congelam muito bem, enquanto outras podem perder a textura ou sabor.

Acompanhe a seguir quais papinhas podem ser congeladas e quais não podem.

Papinhas que podem ser congeladas

  • Legumes e verduras: batata-doce, batata inglesa, abóbora, cenoura e chuchu. Todos eles precisam estar cozidos e amassados;
  • Papinhas de frutas cozidas: maçã, pera e banana (banana somente cozida);
  • Carnes desfiadas ou moídas: frango, carne bovina, carne suína e peixe;
  • Grãos e cereais: arroz, lentilha e feijão quando bem cozidos e amassados.

As frutas também são ótimos alimentos para soltar o intestino do bebê;

Papinhas que não devem ser congeladas

  • Frutas frescas in natura, como banana e melão, por perderem textura;
  • Alimentos com leite ou derivados, como mingaus e papinhas com iogurte, pois talham;
  • Batata inglesa pura, pois sua textura muda e fica granulada.

Como congelar papinha de bebê corretamente?

Agora que você já conheceu alguns benefícios de congelar a papinha e quais alimentos podem e quais não podem ser congelados, acompanhe o passo a passo correto de como a papinha deve ser congelada.

Passo 1: Cozinhe os alimentos adequadamente

O primeiro passo é cozinhar todos os alimentos, incluindo as frutas. Para preservar todos os nutrientes, procure cozinhá-los em pouca água ou no vapor. É importante deixar os ingredientes cozinhando a quantidade de tempo necessária para garantir que os alimentos estarão moles e fáceis de serem consumidos pelo bebê, especialmente as carnes.

É importante sempre verificar após o processo de cozimento se o alimento está devidamente pronto para ser consumido pela criança. Caso não esteja, volte o alimento para o cozimento novamente.

Passo 2: Amasse ou processe

Após cozinhar os alimentos, o segundo passo é amassá-los ou processá-los. Esse passo é muito importante para garantir que, quando a papinha for descongelada, ela estará mole o suficiente para ser consumida pelo bebê, o que é essencial para uma introdução alimentar saudável.

Para isso, você pode utilizar um garfo ou o próprio liquidificador, sempre evitando que fiquem alguns caroços na textura. O uso de sal e outros temperos não são recomendados.

Passo 3: Escolha embalagens adequadas

Agora, com as receitas em mãos, é hora de congelar. Para isso, garanta as embalagens adequadas. Potes de vidro ou plásticos livres de BPA, próprios para serem congelados, são as opções mais indicadas para isso. Utilizar outros tipos de recipientes pode acabar sendo prejudicial para o bebê.

Após armazenados os alimentos, lembre-se de etiquetar com os respectivos nomes dos preparos para que você consiga se organizar devidamente. Não se esqueça de colocar, além do nome, a data de preparo da papinha.

Passo 4: Congele seguramente

Por fim, a etapa de congelar. Aqui, é muito importante esperar que a papinha esfrie completamente no recipiente antes de levá-la ao freezer.

Adicione a mistura ao pote e certifique-se de que a tampa está bem fechada a fim de evitar qualquer tipo de contaminação. A temperatura do freezer também deve ser mantida a -18 °C ou até menos.

Quanto tempo a papinha pode ficar no freezer?

O tempo de armazenamento adequado varia conforme os ingredientes de cada papinha. A seguir, trouxemos uma tabela com a quantidade máxima de dias que cada tipo de papinha pode ficar armazenada. Acompanhe!

Tipo de PapinhaTempo Máximo de Congelamento
Papinhas de legumes30 dias
Papinhas com carne30 dias
Papinhas de frutas cozidas15 dias
Grãos cozidos (arroz, feijão, lentilha)30 dias

Para garantir a qualidade e segurança do seu filho, evite armazenar papinhas por mais de um mês.

Como descongelar a papinha de bebê?

A etapa de descongelar a papinha é tão importante quanto a primeira. Para descongelar da forma adequada os preparos do seu bebê, acompanhe as dicas a seguir:

Métodos seguros de descongelamento

  • Na geladeira: retire a papinha do freezer e coloque na geladeira algumas horas antes da refeição. Isso fará com que ela descongele gradualmente, sem perder os nutrientes ou a qualidade dos alimentos;
  • Em banho-maria: coloque o recipiente com a papinha em uma panela com água quente e aqueça lentamente. Assim, a comida poderá ser descongelada lentamente sem alterações bruscas em sua composição;
  • No fogão: aqueça a papinha em fogo baixo, mexendo sempre para evitar que grude.

Pode descongelar a papinha no micro-ondas?

Descongelar a papinha no micro-ondas não é recomendado. Além de aquecer de forma desigual a comida, ele pode alterar a textura dos alimentos.

Pode congelar novamente após descongelar?

Não! Após descongelar, a papinha deve ser consumida imediatamente. O recongelamento não é seguro, por aumentar o risco de contaminação dos alimentos e perda de nutrientes.

Está gostando do conteúdo? Aproveite e leia também sobre o método BLW: o que é, benefícios e como começar.

Vantagens de congelar a papinha de bebê

Congelar a papinha de bebê traz diversos benefícios tanto para os pais quanto para o bebê. A seguir, listamos alguns deles. Acompanhe quais são!

  • Economia de tempo: preparar papinhas em maior quantidade reduz o tempo gasto diariamente na cozinha;
  • Menos desperdício: as porções congeladas correspondem apenas ao que o bebê comerá, evitando que uma quantidade excessiva de comida seja preparada;
  • Nutrição preservada: o congelamento correto mantém a qualidade e os nutrientes dos alimentos, garantindo uma refeição saudável e equilibrada;
  • Praticidade: as papinhas já prontas evitam o trabalho de ter que cozinhar no meio da semana, o que é muito difícil para algumas famílias.

Erros comuns ao congelar papinhas e como evitá-los

Existem alguns erros muito comuns no preparo de papinhas congeladas. Para que você não cometa esses mesmos erros, é importante conhecê-los e entender como evitar. Acompanhe!

1. Congelar por tempo excessivo

Existe um tempo máximo permitido para as papinhas ficarem congeladas. Esse tempo vai geralmente até 30 dias, dependendo do tipo de alimento.

Deixar a papinha congelada por mais tempo pode acabar fazendo com que ela perca o sabor e a qualidade. Por isso, sempre respeite a data de preparo e os prazos recomendados.

2. Congelar em porções grandes

Outro erro muito comum ao congelar papinhas de bebê é preparar muita comida e congelar em porções muito grandes, o que acaba desperdiçando muita comida.

Para evitar esses desperdícios, procure congelar pequenas porções individuais apenas com a quantidade que o bebê já está habituado a consumir.

3. Adicionar leite ou ovos antes de congelar

Um dos piores erros ao congelar papinha de bebê é congelar preparos com leite ou ovos. Esses tipos de alimentos não devem ser congelados, pois podem ter sua textura alterada e se tornarem inadequados para congelamento.

Ao congelar a papinha do seu bebê, lembre-se de sempre considerar as principais dicas para garantir a qualidade do preparo, como quais alimentos congelar, qual o tempo máximo de cada um, como descongelar e o restante.

Esperamos que essas dicas tenham sido úteis para você. Se você gostou do conteúdo, não se esqueça de deixar um comentário nos contando sobre sua opinião e sua experiência.

Para continuar aprendendo sobre o cuidado com bebês, confira também nosso post sobre água para bebê: quando começar, quanto e como oferecer.

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