Cocô de bebê: entenda alterações em cor, quantidade e mais

Se você, papai ou mamãe, tem um recém-nascido em seus braços, saiba que observar possíveis alterações nas suas fezes é fundamental para entender sobre a saúde dele. Essas características são muito valiosas e geralmente, requeridas pelos pediatras durante a avaliação dos exames.

Os principais aspectos a serem observados, principalmente até por volta dos seis meses de vida da criança, estão relacionados à textura, coloração, odor e frequência com que evacua. Todos estes pontos costumam influenciar também em sintomas como febre, cólicas, vômitos e até mesmo aquela irritabilidade que muitos pais acabam negligenciando por não entenderem ao certo o que está acontecendo.

Por isso, hoje queremos esclarecer sobre o porquê da importância desta observação e o que essas alterações podem significar. Acompanhe conosco!

Por que observar as fezes do bebê?

Por mais comum que seja, o cocô do bebê diz muito sobre como anda a sua saúde, e isso é uma informação super preciosa para os pais. De acordo com a Organização Mundial de saúde (OMS), estar saudável significa estar completo em aspectos mentais, físicos e sociais. Mas no caso de um bebê, que ainda não pode falar, como é possível saber se ele está bem?

A resposta está exatamente nessa observação que a gente citou das fezes da criança. Os médicos pediatras membros da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) ressaltam que fezes esverdeadas, com textura grudenta, difíceis de serem limpas, amareladas ou líquidas são aquele sinalzinho de alerta que os pais precisam para iniciarem uma investigação médica.

Por isso é tão importante olhar as eliminações do seu bebê. Alguns pais que usam fraldas descartáveis, mal interagem com o cocô, rapidamente embrulhando-o na própria fralda. Já com as fraldas de pano isso é impossível, porque necessitam ser manipuladas. Aqui destacamos a importância de tecidos claros, para que qualquer alteração, tanto do xixi como do cocô, não passe desapercebida.

Quais os problemas mais comuns?

Um dos problemas mais comuns relacionados às alterações nas fezes da criança é a presença de sangue, que pode estar relacionada a uma alergia à proteína do leite. Normalmente, ocorre quando a mãe que amamenta consome derivados ou o próprio leite de vaca, ou quando o bebê mesmo já consome leite de vaca ou derivados.

Vacinas também podem ocasionar este sintoma, além de fissuras no ânus, presença de vermes, hemorroidas, infecções no intestino, entre outros pontos importantes de serem investigados.

Além do sangue, as fezes também podem apresentar muco ou catarro, indicando uma possível inflamação intestinal. Enfim, quando o intestino está doente, a dica é observar os sinais indicativos nas fezes, principalmente relacionados à sua cor, tudo bem?

Coloração das fezes: amarelo

A cor das fezes, definitivamente, fala! Como todos nós sabemos os alimentos seguem um trâmite até chegarem no intestino, e nos bebês alimentados através da livre demanda, é normal que haja coloração mais puxada para o amarelo.

Com o passar do tempo, o consumo do leite da vaca acaba alterando a cor das fezes, fazendo com que elas fiquem um pouquinho mais escuras, quase chegando no marrom. Mas, atenção: o leite de vaca não deve ser consumido por bebês menores de 1 ano de idade. Também não devem ser oferecidos os seus derivados, como queijos e iogurtes.

Bebês que consomem fórmula

As papinhas e as fórmulas podem deixar o cocô diferente, mais pastosos ou consistentes, além de alterarem também o cheiro, que pode ficar mais intenso como as fezes de um adulto mesmo.

É normal também que diminua a frequência de cocôs. Não há porque se preocupar!

Cocô esbranquiçado ou vermelho

Aqui começa o nosso sinalzinho de alerta! Cocô com cor branca ou vermelha indicam, geralmente, algum problema no fígado e que está influenciando o processo digestivo que pode ser a falta da bile, que é responsável por ajudar na digestão de gorduras.

No caso do vermelho, podemos pensar em sangramentos nos locais por onde as fezes estão passando e é essencial relatar essa mudança de cor ao pediatra. Essa cor também pode pode significar uma alta ingestão de beterraba, amora ou feijão.

Fezes verdes

A cor esverdeada no cocô é muito comum ao longo da primeira semana de vida do pequeno, principalmente se ele está sendo nutrido exclusivamente pelo leite do peito. No entanto, continue observando porque ele pode indicar a presença de alguma infecção, intolerância e até uso de remédios por parte da mamãe.

E aqui vai um alerta importante: se você notar que existe um aspecto de espuma nas fezes, pode ser um sinal de que o seu filho esteja consumindo apenas o início da mamada, que contém basicamente água. Nesse caso, evite trocar a mama para que ele possa consumir também a gordura e as calorias do leite.

Marrom escuro

Quando o cocô sai nessa cor marrom escura, o ideal é verificar se há feridas no peito da mãe que podem estar fazendo com que o bebê consuma sangue junto com o leite. Uma outra causa que pode levar a essa coloração é a suplementação com ferro, que também escurece o cocô.

Se for o caso de consumo de suplementos, tudo certo. Não é preciso se preocupar. Este problema deve se resolver assim que terminar o uso de medicamentos. Mas caso não houver uma causa em específico, recomendamos procurar a ajuda de um pediatra para entender o problema.

Frequência das fezes: qual o normal?

Conforme citamos anteriormente, é bem normal que os bebês façam cocô após as mamadas, principalmente se eles estiverem sendo nutridos exclusivamente pelo leite materno. Mas caso haja uma mudança repentina neste processo, fique atento!

Dia 1 e 2: mecônio bem pegajoso

Dia 3: mecônio menos pegajoso

Dia 4: amarelo escuro

Dia 5 a 7: amarelo mostarda

Em alguns casos, a criança pode apresentar prisão de ventre, que pode resultar de uma baixa tolerância ao leite, desidratação e até mesmo pelo consumo de alimentos que ainda não são próprios para ele e que acabam dificultando a sua digestão.

Ao contrário disso, também pode ocorrer a diarreia, que é o cocô em um formato mais líquido que o comum, podendo ser resultante de alergias ao leite e outros alimentos ou até infecção viral.

Então, como você pode notar, uma das melhores maneiras de entender como está a saúde do bebê é observando as características do seu cocô, que indicará colorações, texturas e frequências que são parâmetros fundamentais para o seu bem-estar.

Se você preferir, indicamos que você confira também esse post que fizemos explicando as características do cocô do bebê desde o seu nascimento. Confira!

Guia da introdução alimentar: saiba como e quando fazer

Imagem de um bebê se alimentando ao ar livre

A introdução alimentar é uma das fases mais gostosas da vida do bebê! É quando o vemos experimentando alimentos novos, desenvolvendo o paladar, e tudo isso rodeado de gargalhadas e expressões faciais. Mas, ainda assim, nesse período é muito importante que a mamãe e o papai estimulem hábitos alimentares saudáveis.

Sabendo disso, introduzir alimentos novos ao bebê é uma responsabilidade grande para a família e, por isso, é natural que várias dúvidas surjam, afinal nós queremos fazer tudo direitinho e não queremos deixar faltar nada, não é?

Imagem de uma papinha de bebê com arroz, feijão, ovo, brócoli e cenoura

Mas não se preocupe, nós da Dipano criamos um guia completo que tira as dúvidas comuns sobre a introdução alimentar, assim, te auxiliar a conseguir fazer tudo de um jeito leve e tranquilo, tanto para você e para o bebê. Vamos navegar juntos nesse universo de descobertas? Continue a leitura.

Imagem de um bebê se alimentando com abacate

Introdução alimentar: quando começar?

A introdução alimentar deve começar a partir do sexto mês de vida do bebê, é o que a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o Ministério da Saúde recomendam como adequado. Até esse tempo se completar, os pequenos precisam se alimentar exclusivamente de leite materno, que oferece todos os nutrientes que eles precisam. Então nada de líquidos (água, chás ou sucos) e alimentos sólidos para o bebê até os 5 meses, tá bem?

Inclusive, você sabia que pode continuar amamentando mesmo após começar a introdução alimentar? Sim! O principal órgão de saúde do mundo prescreve que o aleitamento materno pode ser continuado até os dois anos de idade, claro, se for possível e saudável para a mamãe também. É uma chance de aumentar cada vez mais o vínculo afetivo com o seu amor.

Existe um jeito certo de começar?

Como o bebê vai experimentar novos sabores e consistências de alimentos, você precisa fazer uma transição lenta e gradual. Comece pelas papinhas amassadas e, com o passar do tempo, vá acrescentando outras consistências como pedaços de frutas, por exemplo.

Nesse momento, é muito importante que os papais e mamães tenham em mente que é a primeira vez que o bebê experimenta sabores tão diferentes e, ainda, pode ser que nas primeiras tentativas seja um pouco desconfortável. Mas, tenha paciência e muito amor para acompanhá-lo a cada dia na descoberta desse universo novo.

Se o pequeno se recusar a comer um alimento, não force, tá? Nem se desespere. Espere um tempo e tentar novamente em outra chance. Nós sabemos que você consegue e será bom para evitar traumas ao bebê. Bom, agora que já entendemos a importância dessa fase ao bebê e à família, vamos ao passo a passo para começar a introdução alimentar.

Veja também: SOS Cólica do bebê: como aliviar e quais são as causas?

O que dar primeiro na introdução alimentar?

Bom, vamos falar agora sobre os alimentos permitidos na introdução alimentar e as melhores formas de oferecer ao seu bebê. Como ele passará a conhecer outras texturas além do líquido do leite, é importante dar alimentos amassados manualmente, para que ele faça a transição do líquido para o sólido bem gradualmente, sem estranhar tanto. Para isso, é claro que não poderíamos deixar de falar das famosas papinhas:

Papinha salgada

Escolha vegetais como abóbora, cenoura, batata, brócolis, chuchu e abobrinha, por exemplo, para compor o cardápio. Cozinhe e amasse bem, variando a textura de acordo com cada fase. Ah, não se esqueça: nada de temperos ou sal!

Veja outros alimentos indicados para fazer a papinha salgada:

  • Cenoura
  • Couve-flor
  • Lentinha
  • Batata-doce
  • Aveia
  • Mandioca
  • Milho
  • Ovo
  • Carne vermelha
  • Frango

Papinha de fruta

Nessa fase é importantíssimo introduzir frutas na alimentação do bebê. Para fazer a papinha é bem fácil: escolha as frutas e amasse. Lembre de variar as texturas, para seu pequeno experimentar de tudo. Ah, não é indicado adicionar açúcar, tá? Mas então, quais frutas dar na introdução alimentar? Confira a lista:

  • Maçã
  • Manga
  • Pêra
  • Banana
  • Melão
  • Mamão
  • Açaí
  • Tâmaras
  • Laranja
  • Melancia
  • Entre outras

Quando inserir líquidos?

Junto com a introdução de alimentos, a partir dos 6 meses de idade você pode começar a oferecer um pouco d’água ao seu bebê, no intervalo entre as refeições. Em localidades mais quentes, a quantidade pode ser maior.

Imagem de um bebê tomando água

É muito importante lembrar: use água para matar a sede do bebê e evite ao máximo usar sucos, refrigerantes ou outras bebidas que contenham açúcar. A partir dos 12 meses você já pode começar a dar sucos naturais a ele, mas precisa ser feito da própria fruta e com 0 adição de açúcar ou adoçantes.

Leia: como tratar e prevenir assaduras de bebê

Dicas para iniciar a introdução alimentar

Até aqui você já aprendeu quais os alimentos e formas adequadas de oferecê-los aos bebês, certo? Mas nós temos mais algumas dicas que farão toda a diferença para tornar essa experiência mais segura e tranquila para o bebê e que deixarão os pais orgulhosos em viver mais essa etapa junto aos pequenos. Anote para colocar em prática!

Preste atenção na temperatura

Não esqueça de verificar se a comida está muito quente antes de oferecer ao bebê. Experimente antes com uma colher diferente da que será usada pela criança. Ah e evite soprar para esfriar, porque qualquer micro-organismo da sua boca pode passar para o alimento.

Imagem de comida de bebe no prato

Mantenha as mãos limpas na hora da refeição

Parece básico. mas tem muita gente que se esquece e a higiene das mãos passa batido. Lave bem as mãos e os alimentos enquanto prepara a refeição do bebê. Ah e não se esqueça de limpar bem a mãozinha da criança antes de dar o papá. Nessas horas, qualquer micro-organismo indesejado pode causar uma alergia no bebê, então todo cuidado é pouco.

Ajuste a posição da criança

Imagine colocar o bebê na cadeirinha e ele ficar todo torto? Quando ele é muito pequeno, sua formação muscular ainda está se desenvolvendo e provavelmente ele vai gastar energia se equilibrando, pode ficar com o pescoço torto e coluna encurvada… Isso, além de fazer mal, não ajuda em nada na aceitação do alimento. Não queremos isso, não é?

Enquanto o bebê não consegue chegar à postura sentado, você pode dar os primeiros alimentos com ele seguro e confortável no colo mesmo. Conforme a criança for crescendo e já conseguir se equilibrar vá experimentando usar a cadeirinha, até ele conseguir ficar em uma postura correta para alinhar a coluna e organizar os órgãos, tudo isso para tornar digestão mais fácil.

Aproveite o momento e estimule sentidos

A introdução alimentar é um momento mágico, uma fase gostosa para os pais e filhos descobrirem coisas novas juntos e criarem mais laços afetivos. E também é a ocasião ideal – e necessária – para começar a desenvolver melhor os sentidos do bebê.

Imagem de frutas em um pratinho de bebê

Você pode ajudar seu pequeno a conhecer novos sentidos como tato e olfato, use a refeição para estimular as habilidades dele. Aos poucos dê a colherzinha para ele tentar comer sozinho, por exemplo. Pode fazer muita sujeira no começo? Sim! Mas calma, porque isso faz parte e com o passar do tempo fica mais fácil.

Deixe a criança livre para tocar os alimentos e sentir a textura, ensine como cheirar antes de colocar na boca, é o seu momento para estimular novos momentos na vida do bebê. Crie um clima agradável e divertido para a criança. Brinque e comemore junto a cada colherada que o bebê papar tudo!

É uma ótima oportunidade de testar o método BLW (baby-led weaning), em uma tradução livre significa “desmame guiado pelo bebê”, metodologia desenvolvida pela britânica Gil Rapley que funciona assim: ofereça alimentos em pedaços para o bebê e deixe que ele mesmo se alimente com as mãos. Ele vai escolher o que lhe causa mais curiosidade e, claro, apetite.

Varie a alimentação conforme a fase do bebê

A Cartilha de Introdução alimentar criada pelo Ministério da Saúde traz recomendações importantes para crianças que mamam leite materno e fórmula láctea. Conforme as orientações, você pode oferecer:

  • 6 meses: leite materno livre, papinha de fruta e papinha salgada.
  • 7 meses: leite materno livre, papinha de fruta, papinha salgada, frutas in natura e vegetais cozidos.
  • 12 meses: leite materno livre, frutas in natura, pães, vegetais cozidos, comidinhas em pedaços pequenos.

O que não fazer na introdução alimentar?

Existem alguns erros bastante comuns que papais e mamães podem cometer, mesmo tentando acertar ao máximo na hora de começar a introdução alimentar com os pequenos. Mas calma, por mais que sejam comuns, você pode evitar! Veja o que não e bom fazer:

  • Exagerar no começo: o bebê é pequeno então não se assuste se ele não comer a quantidade que você escolher. Vá aos poucos.
  • Forçar a criança: se ela não gostou daquela fruta espere outra oportunidade. Forçar pode criar traumas alimentares.
  • Dar alimentos processados: dê preferência aos alimentos in natura, são saudáveis e tem tudo o que o bebê precisa.
  • Misturar sabores: não misture doce com salgado, separe as refeições e deixe seu bebê descobrir os sabores separadamente.
  • Se desesperar: crie um clima agradável para a criança a cada refeição. É um momento de descoberta dela e de alegria para vocês, aproveitem!
  • Não amamentar: a OMS e o Ministério da Saúde recomendam continuar a amamentar. Mais e mais nutrientes para o bebê!
  • Escolher a cadeirinha errada: opte sempre por fazer as refeições na cadeirinha que deixe o bebê com uma boa postura (e isso já o ajuda a acostumar a comer na mesa).
  • Distrações como brinquedos ou tablets: a atenção da criança deve estar voltada 100% ao alimento para não comer em excesso.

Bom, com essas dicas nós temos certeza que você se sentirá mais confiante para começar a introdução alimentar do seu bebê e que vão viver ótimos momentos juntos. Nós estamos ansiosos e ficaremos felizes em ter te ajudado a se preparar para essa fase que é tão especial.

Sabe um outro assunto que gera bastante dúvidas? O desfralde do bebê! Se você já está pensando nisso, nós fizemos um guia com tudo o que você precisa saber. Está aqui no blog, não deixe de ver. Continue acompanhando a gente e até o próximo post!

Como tratar e prevenir assadura de bebê | Dipano ensina!

Imagem de um bebê posando para foto

Confira como prevenir e lidar com as assaduras na pele dos bebês

As assaduras e irritações são a fonte de grande preocupação para os pais dos pequenos. Quem acabou de receber o seu bebê nos braços sabe bem como é preocupante este incômodo, e muitos pais ficam em dúvida sobre como tratar essas assaduras.

Por este assunto ser tão presente no cotidiano das famílias, a gente preparou um texto bem completo, com o objetivo de te ajudar a entender como essas lesões se formam, as melhores formas de prevenção e também o tratamento. Continue conosco e acompanhe! Mas antes, vamos às principais causas.

Principais causas das dermatites infantis

Imagem de um bebê comendo uma fruta

Quando o assunto são as irritações na pele dos pequenos, é muito importante que o tratamento seja direcionado à prevenção, e para prevenir, é preciso entender o porquê delas acontecerem, até para podermos tratar da melhor forma.

Muitas pessoas pensam que se trata apenas de uma questão relacionada à higiene e limpeza da pele do bebê. No entanto, as causas vão além disso.

Fraldas sujas

Normalmente, permitir que o bebê fique muito tempo com a fralda suja é um dos principais motivos. Isso porque o xixi contém uma substância chamada amônia, que acaba irritando a pele.

Além disso, o contato com o cocô também destrói a barreira de proteção da pele dos pequenos, principalmente o cocô mais líquido. O resultado desta combinação é o surgimento das assaduras.

Alimentação

Nem sempre estamos lidando apenas com as fraldas sujas, porque a alimentação é um fator relevante nesse conjunto. Cada idade possui uma indicação adequada de alimentos que devem ser fornecidos ao seu filho.

Mesmo quando o alimento é exclusivamente leite materno, os alimentos consumidos pela nutriz vão afetar diretamente a produção do cocô. Então, o melhor a se fazer nesse caso, é seguir da forma mais assertiva possível a recomendação do pediatra e preferir alimentos menos ácidos, contribuindo para com as eliminações do seu bebê.

Medicamentos

Se você ( ou o bebê) precisa de antibióticos, isto pode causar diarreias e com elas, a assadura. A região acaba de ser higienizada e em seguida recebe mais umidade e a acidez do cocô, provoca inevitáveis assaduras.

Produtos de higiene

A gente já imagina que a pele dos pequenos é super delicada, não é mesmo? Então, seguindo essa linha, quanto menos substâncias forem utilizadas na fabricação dos produtos infantis, melhor para o bebê.

Isso vale também para a escolha dos lenços umedecidos, que são bastante utilizados para a higiene, mas que apresentam em sua composição componentes prejudiciais à pele dos pequenos. Em vez deles, prefira opções que não contenham produtos químicos e perfumes, como os nossos biolenços. Um simples algodão com água pode resolver a limpeza, sem agredir a pele do seu bebê. Se a pele estiver sensível, substitua a água por um chá de camomila, que acalma a pele e ajuda na recuperação

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria do Rio Grande do Sul (SBP), as dermatoses resultantes da composição das fraldas descartáveis (corantes + o pó químico que se transforma em gel com a umidade) e itens de higiene com perfumes e outros aditivos químicos, acometem cerca de 25% das crianças. Então, um problema possível de ser minimizado, é pensarmos nessa alternativa de fraldas reutilizáveis, e claro, que sejam devidamente trocadas e limpas.

Mas, afinal, como prevenir as assaduras?

A boa notícia para os papais e mamães é que todas essas questões que trouxemos até aqui têm ótimas alternativas, que são grandes aliadas na prevenção.

Se pensarmos na higiene do bebê, podemos considerar que a melhor maneira de realizar esta tarefa seria com lenços umedecidos e sabonetes neutros que estão livres de produtos que façam mal à pele do bebê, ou até mesmo utilizando uma água em temperatura morna e uma esponjinha ou tecido de malha de algodão.

Essa limpeza nos sugere que o tecido das fraldas, conforme dissemos, é muito importante, por não conter nenhum produto químico. Ah! E nada de demorar para trocar a fralda. Afinal, poucas coisas incomodam tanto o bebê quanto ficar suja por muito tempo, concorda?

Usando fraldas de pano, não é necessário o uso de pomadas preventivas para assaduras. Use-as somente se a pele apresentar alguma irritação. Isto pode ocorrer, no período da dentição, ao usar antibióticos ou na introdução alimentar. Se a assadura é recorrente, recomendamos investigação com o pediatra do seu bebê. Ela pode estar relacionada a alguma intolerância ou alergia alimentar.

Meu bebê está assado, e agora?

Se o seu bebê está assado, confira as seguintes recomendações:

  • Manter o local limpo e seco é uma medida essencial para ajudar na recuperação da pele.
  • Após a higiene, seque bem a região, polvilhe amido de milho ou polvilho e diminua o intervalo das trocas.
  • Deixar o bebê peladinho por um período ajuda bastante, além do banho de sol.
  • Você também pode fazer um sachê com aveia e colocar na água do banho do bebê e deixá-lo por algum tempo nesta água, fazendo um “banho de assento”.

Gostou? Com este texto, esperamos realmente te ajudar a lidar com as irritações e assaduras, que é um problema tão comum e incômodo para os bebês, através de uma boa higiene, substituição de fraldas mais adequadas, e visita regular ao pediatra do seu filho.

Aproveitamos para convidar você a acessar o nosso site e conferir uma variedade de fraldas reutilizáveis com estampas lindas para você usar no seu filho e ajudá-lo a reduzir os riscos das dermatites e assaduras, e de quebra, economizar os seus recursos e contribuir com o meio ambiente! Vale a pena conferir!

Por que usar fraldas de pano?

Alô mamães e papais,

A Dipano está fazendo uma enquete para saber quais das razões abaixo foram determinantes para mudar das fraldas descartáveis para as fraldas reutilizáveis.

Podem escolher mais que uma opção!

%d blogueiros gostam disto: